segunda-feira, fevereiro 27, 2012

Pois é, após infindáveis séculos sem ajuntamentos, o gang reuniu-se para mais uma mega caminhada algures pelos trilhos da maravilhosa Serra de Monchique. Como sempre, abalamos pelas 9:45, rumo ao estacionamento do Heliporto, pois a partida era lá. Mas por pouco, não iamos deixar o carro noutro sitio, que com a feira dos enchidos e a tenda a ser montada lá, quase não tínhamos espaço. Descansa Pernas fechado, seguimos então rumo, com logo o primeiro desvio do trajecto a acontecer na parte inicial, nada de grave. Neste desvio procedeu-se à primeira procura do pau, sendo bem sucedida um pouco mais à frente-o que seria duma caminhada sem pau!!! Seguimos pelo vale da Ribeira de Monchique(verdadeira) onde se poderam ver e brincar com as aguas verdes regeneradoras, num momento educativo e lúdico, sem igual. Foi tambem nesta altura que se fez o resumo dos ultimos "Curiosity" do Discovery Channel. Mais à frente, na zona da Malhada Quente, um pequeno engano devido a erro do gps, que nos fez ter de voltar atrás e me alertou para nunca mais deixar o Garmin em casa. Na zona da Foz das Ribeiras, primeira travessia de ribeira do dia. Aqui construiu-se a primeira tentativa de passagem com pedras, embora eu desse uso à impermeabilidade das sapatilhas. Mais à frente nova passagem, eu utilizando o mesmo método. Do outro lado da ribeira eu e o Big, lá fizemos a boa ação e colocamos um tronquinho na agua, com um calço, para ajudar o David e o Ricardo a passar-E eles usaram mesmo o dito cujo. Aqui já se ouvia as primeiras reclamações do dia, pois já era uma da tarde e o senhor Ricardo estava cheio da fome! Óbvio que só se iria comer alguma coisa no Alferce e após a dura subida até lá acima. Antes ainda do almoço, nada como gamar umas laranjas no Povo de Baixo. Chegados ao Espelho de agua do Alferce, hora do almocinho, que para variar seriam conservas, pão e sardinhas. Um mimo. Pança cheia, siga viagem. Ao passar pela casa dos pais do André, tive a feliz ideia de lhe ligar e curiosamente ele estava por lá, mesmo na casa abaixo do espelho de agua. Com isto, lá tivemos de ir verificar a morte-porco que se executava, beber um medronho e comer uma fateia de bolo de laranja-obrigado ao mãe do André, claro! Digestivo tomado, seguimos Picota acima. Nesta altura as baterias dos telemóveis começaram a morrer, e no meu caso, o Locus dizia-me que o caminho era 500 metros de lado-bug do locus que por algum motivo não acertava na posição. Ora sem gps e com pouca bateria, toca a desligar tudo, e fazer navegação apenas com as ortofotos. Nesta altura já o senhor Big tinha sido ferrolhado por uma abelha malina, na zona do SPA. Sei também de alguém que desprezou um novelinho, mas não digo nomes... Algumas paragens para ver as vistas e as vacas, subida acima, tudo pacifico. De repente entramos numa zona de corte de eucaliptos, onde custava-se a andar mas que não impedia a progressão da malta. Aqui já seguíamos os pontinhos vermelhos, que nos indicavam para nos enfiarmos num pequeno caminho pelas rochas e eucaliptos. E assim foi até ao cimo da Picota, seguindo os "red dots" e apreciando as paisagens e os escaravelhos. No topo, pausa para lanchar, pescar, comer frutas desidratadas, ver barbeletas (desta vez o espanta barbeletas estava OFF), dialogar com alguns locais-importante saber que quem caminha até à Picota também vai à Foia, que são só mais 200 metros, dito pelos artistas que foram de carro lá acima) e ainda jogar ao "Onde está o helicoptare dos bombeires" que andava por ali devido a um incêndio que deflagrou na serra. Iniciamos então a descida, que iria sofrer algumas alterações, pois o Big tinha um novo caminho por onde tinha subido noutra vinda. Assim, alteramos o trajecto por mais uns espectaculares trilhos, onde ainda tentamos que o Ricardo caísse numas pedras, mas sem efeito. Também se jogou golf e baseball, com bolinhas das árvores-tudo projectos frustrados claro está! Óbvio que todos os caminhos vão dar ao Café Aguas, ponto de referencia em todas as caminhadas, onde se fez a paragem para o suminho e bolinho de amêndoa. Até ao estacionamento foi um saltinho, aproveitando desta feita para esconder os paus, para a próxima ronda. No final, foram 24 Km de belas paisagens num trajecto espectacular por Monchique, e grande momentos de convívio e parvoíce, coisa natural do Gang. Já se prepara o próximo trajecto... Até lá, divirtam-se =)

sexta-feira, fevereiro 24, 2012

Utilizar imagens de satélite em equipamentos Garmin

 Enquanto saco mais uns tiles do OCM...
 O MOBAT o que faz, muito simplesmente, é gravar imagens de servidores de mapas (tipo GoogleEarth, VisualEarth, OpenStreetMaps, Nokia\Ovi maps, etc) para utilização offline, em formatos compatíveis com softwares de pc (Ozi, CompeGPS, GoogleEarth...), softwares de smartphones (no caso de android: Orux, Locus, Maverick, OutdoorNavigation...) e equipamentos Garmin (directamente, salvando como Garmin Custom Maps,KMZ com limitações...). E é por isso que gosto dele, num só software crio mapas para tudo o que faz falta, consoante o local e a actividade que vá fazer (btt, geocaching...). Existe um bom tutorial aqui: http://att-tutoriais.blogspot.com/2011/11/mobac.html , vídeos de como criar um mapa para um aparelho Garmin http://youtu.be/lDiBnBgx-_E , ou http://youtu.be/m4exhu4EThE . Os vídeos demonstram como é simples criar um tipo de mapa, escolhendo a fonte "mapsource", os níveis de zoom e guardá-lo com o formato pretendido. Nos vídeos é possível ver a criação dum ficheiro KMZ, que serve para os equipamentos Garmin(ou para o GoogleEarth). Basta colocar esse ficheiro na pasta Garmin\CustomMaps, e passam a ter uma camada de imagem sobreposta aos mapas vectoriais da Garmin (Isto se o KMZ tiver bem configurado, com uma DrawOrder correcta-Mas isso já é outro assunto...). O problema deste método é que estes ficheiros KMZ têm limitações, nomeadamente o tamanho das "tiles" que não deve ser maior que 1024x1024 ou 1Mega, o numero de tiles por equipamento (penso que é 100, menos nos modelos Montana que são 500), a velocidade de rendering lenta e apenas permite um nível de zoom. Como tal, podemos utilizar o formato proprietário da Garmin, o "JNX". Este permite até 50000 tiles, 5 níveis de zoom e é bastante mais rápido no rendering (internamente, no ficheiro, existe uma organização multi-tiles de 256x256). Como este formato foi desenhado para ser utilizado com o serviço pago BirdsEye da Garmin, os equipamentos têm alguns mecanismos que impossibilitam de criar mapas pessoais destes, e os colocar no equipamento, a não ser que se use um firmware que retire essa limitação.
 Posto isto, surgiu-me a duvida de como criar JNX, utilizando o MOBAC, e pesquisei. Infelizmente, não tenho um equipamento Garmin para poder testar a funcionalidade dos ditos, como tal limito-me a demonstrar o processo. Há funcionalidades como as escalas, níveis de zoom e customizações, as quais não posso testar =( Assim, para a conversão, precisam do MOBAC e do MOBAT2JNX.
 1º- No MOBAC escolhem até 5 níveis de zoom e respectivas fontes de mapas (podem ser diferentes consoante o nível de zoom) e escolhem o formato do atlas como "OSMTracker tile storage". É importante ser este formato, pois com qualquer outro o processo não funcionará. Este grava os mapas em tiles de 256x256, com uma organização de pastas estilo GoogleEarth "{ZOOM}\{X}\{Y}.jpg" (Não entendem o esquema? vejam http://www.maptiler.org/google-maps-coordinates-tile-bounds-projection/ que vos demonstra a organização GE "zoom\x\y", a organização TMS "zoom\y\x" utilizada pelo TileMapService e a "quadtree" utilizada pela Microsoft/Bing ;) ). Criem o mapa e entrem na pasta onde o guardaram. Se apenas criaram com uma mapsource terão uma pasta "nome da mapsource"\"nivel de zoom-12, 15, etc"\"x"\"y.jpg". No caso de várias mapsources terão várias pastas com o respectivo nome. Nesta situação precisam de juntar todos os níveis de zoom em apenas uma pasta(ou seja, juntam os vários níveis das diferentes pastas-17, 15, 14, 12, 9 P.Ex.- apenas numa pasta). Isto tem de ser feito pois o MOBAC2JNX apenas vai processar os dados de uma pasta.
 2º-Instalem o MOBAC2JNX. Não corram o programa do menu iniciar pois este não vos vai fazer nada. Este programa não tem GUI, logo terão de utilizar uma linha de comandos para trabalhar com ele. Vão ao menu Iniciar>>Executar>>cmd para abrirem uma linha de comandos. Depois escrevam "o caminho onde está instalado o programa" "espaço" "o caminho para a pasta onde guardaram o atlas" e dêem Enter (Ex:"C:\programas\MOBAC2JNX\mobac2jnx.exe C:\mapas\"). O programa vai converter os tiles num ficheiro "jnx.jnx", na mesma pasta dos tiles. Agora é só colocar este ficheiro no gps, na pasta \Garmin\BirdsEye\ do cartão de memoria(se não exitir, simplesmente criem uma pasta com esse nome). Não coloquem estes mapas na memoria interna do equipamento, pois qualquer erro pode deixar o aparelho bloqueado.
  Infelizmente, não tenho um equipamento Garmin recente que me permita testar na pratica este método, embora saibe que funcione. O que gostaria de testar e perceber como funciona tem a ver com as atribuições de níveis de zoom nos JNX, que têm o seu funcionamento especifico, assim como modificar o nível a partir do qual se apresentam estes mapas e não os vectoriais normais(se alguém quiser brincar com isso: JNXCustomizer).
  Fica um vídeo a demonstrar o processo. Aqui criei um atlas com 2 mapsources, 5 níveis diferentes, intercalados. Depois fiz a conversão, sem utilizar nenhuma opção do MOBAC2JNX. Por fim, abri o ficheiro JNX criado no QLandkarteGT, onde se podem perceber as alterações nos 5 diferentes níveis de zoom.
 Resumindo: Mobac>OSMTracker tiles>Mobat2jnx>*.JNX




sábado, novembro 12, 2011

Mavic LightRoom, Mavic ilumina-me a vida, Mavic Lamp2011, Mavic ideias luminosas...

Ora, há coisa que me aborrece é deixar projectos pendentes...
Remonta ao ano de 2006, numa qualquer revolta cá por casa, olho para aquele rodinha Mavic Txc3.01, raios Dt Swiss (Champion i think...) e cubo sem marca. Advertência: A imagem seguinte pode ferir pessoas mais sensíveis, veja à sua responsabilidade (que é como quem diz, mêm fêa a roda!)


Este objecto vinha do ano de 2001, uma roda traseira já tubeless (para quem não sabe o UST-Universal System Tubeless, desenvolvido pela Mavic e Hutchinson, patente de 2001 US6257676/EP0893280, começou a aparecer por cá em 2000, lançada em 1999), na qual ainda fiz alguns milhares de km antes de adquirir umas Mavic Crossroc (que também me deram problemas no cubo de trás, penso que esta foi oferecida para um qualquer projecto de caridade e voltei estupidamente a comprar outras rodas Mavic em 2006, as quais ainda estão em andamento na posse do senhor André C.) devido ao problema que surgiu neste cubo de trás (linguetes partidos e cepo desgastado). A minha vida devia ser muito triste nessa altura...

Voltando a 2006, ora que posso eu fazer com uma roda de 24 raios, cubo estragado? Arranjar um cubo para aquilo! Uma breve pesquisa nas lojas da região e parece que os cubos de 24 raios se extinguiram da superfície da terra (pelo menos 24 raios para disco). Ok, salga da roda novamente e vai para um canto! 2007, volto a encontra-la e volto-me a perguntar que podia eu fazer com aquilo sem a jogar para o lixo? Óbvio que tinha alguma estimação pela roda e não me apetecia mesmo nada mandá-la fora! Cubos era complicado... Por algum motivo (talvez até pelo http://www.bikefurniture.com/) surge-me que podia transformar a roda num candeeiro para o meu quarto! Ora o mal é pensar. Começo então a olhar para aquilo e a pensar como podia esgalhar uns casquilhos e como a iria fixar ao tecto. Após meses (mais de 24...) de estudo em lojas, encontro na Ikea (se a Sonia e o Osvaldo lerem isto, lembram-se quando fomos ao Ikea de Alfragide? Já foi à uns belos anos... ahahahah) uns suportes de plástico mesmo à maneira, casquilho fino e facilmente adaptável ao aro, utilizando um parafuso de aperto. 3 coisas destas e é suficiente.



Entretanto fica esta ideia esquecida... 2008, 2009, 2010, 2011...
De regresso à ideia (Setembro 2011-a tal fase da vida em que gostava de realizar alguns daqueles projectos pendentes de long time ago-TocaNaBrejeira incluído!) volto a pegar na roda e a estudar o caso. Cubos 24 raios??? Novatec para trás, no ebay, 150 euros??? Salga, muito caro para a roda em questão (e foi, obviamente, o único que encontrei!) Dá-lhe luz. Começo então a elaborar a fixação ao tecto, que podia ser com umas correntes ou parafusos ou algo desse estilo. Naaaaa, não me agradava (fdx, mesmo esquisito!). Tão e porque não pegar na porca do eixo, lado da cassete, fixa-la ao tecto e enroscar a roda pelo eixo??? Done =D O dilema era então fixar a porca ao tecto... A porca tinha as ranhuras da chave, para criar aperto no eixo, daqui podia gerar qualquer coisa! Verifico o tecto e tinha um bloco de madeira com 9x9Cm, onde os fios eléctricos entravam pelo meio. Assim podia cortar um quadrado em chapa, fura-lo de maneira a encaixar a porca e abrir 4 furos para os parafusos fixarem à madeira do tecto e um furo grande para os fios electricos! Estava feito o suporte. Corta-se chapa, tira-se medida, marca-se a medida exacta das ranhuras, corta-se com a rebarbadora, ajusta-se com a lima, encaixa-se a porca e está feito. Um pouco de barra reparadora para encher entre a chapa e a porca e esta já não sai do sitio. Tinta branca e suporte do tecto done =)




Seguindo a ideia, colocar os suportes das lâmpadas era fácil, bastou dividir o perímetro por três, colocar no sitio e apertar. No final levaria um pouco de cola e já não saiam do sitio. O grande dilema seriam os cabos e fios, como os passar e como fazer as ligações??? Os suportes traziam cabo, que iria ser aproveitado. Supercola3 e colados à base e resolvia o problema. Ou então não. Devido à força exercida, estes iriam descolar facilmente portanto teria de arranjar mais alguma coisa para resolver a situação. Mas de inicio seriam colados, as medidas vistas e os pontos onde fazer as ligações. Uma vez que não queria ali uma molhada de fios num único ponto (era para ficar tudo metido dentro da base para não se notar as ligações) tive de gerir onde ia meter as caixas de junção. Entretanto dois bocados de fio de cobre rígido, colados por cima de dois raios, seria a solução para trazer a electricidade do lado do cubo para a base. Araldite neles, 24 horas depois estava safo.


Foi finalizar as ligações, colar o que havia a colar (fios e barras) e passar umas voltas de fita isoladora preta na base para tapar a coisa (no final não iria fica apenas a fita isoladora lol). Assim sendo seria só meter aquilo no tecto e estava... mas eis que a cabecinha dá mais umas voltas e decide que aquele espaço da cassete dava para fazer mais qualquer coisa... um gajo desmontando uma cassete e metendo ali algumas cremalheiras ficava mais preenchido e tapava a fixação e os fios! Genial. Havia uma cassete gasta por ali, daquelas que dão para desmontar em pecinhas, que bless! Saca do parafuso e vá, 9 cremalheiras que era só escolher as que queria. Como iria precisar de espaço entre o tecto e a cassete para ligar a electricidade, escolhi 5 cremalheiras, as maiores, para tapar a coisa. Estas sofreram uma limpeza exaustiva. Sendo as cremalheiras furadas, era mais uma bless para passar os fios de cobre sem ficarem visíveis! Foi só fazer um puzzle e aproveitar as furações e os espaçadores correctos =D



Tudo no sitio, verifiquei que a fita isoladora tinha tendência a descolar! Uma fita para o aro iria resolver o problema, vá de tirar os 3 suportes e passar a fita. Como estas são justas, prendia tudo no sitio e não empatava nada. Volta a montar. Limpeza final e ensaio electrico fora de sitio, tudo ok.
Faltava então colocar no local. Desmonta antigo, ensaia-se e confirma-se, era preciso desbastar a madeira para a porca entrar lá dentro e ficar ok. Berbequim e formão a trabalhar, ensaio ok. 4 Parafusos, done.


Ensaio de alinhamento horizontal: Ok logo à primeira =D Parece isto que foi feito à medida. Prende fios (que tambem tiveram um truque de estarem enrolados em espiral para não se verem) enrosca o eixo, aperta com a chave: DONE.



Liga luz, DONE!


Finalmente, ao fim de 5 anos, projecto concluído com sucesso =D Detalhe técnico, arranjar lâmpadas económicas para estes suportes foi um filme! Devido ao formato do espelho, não permitia lâmpadas económicas onde a parte que tem o circuito electrónico fosse muito grande, pois batia no espelho e não havia ligação no casquilho. Felizmente encontrei umas porreiras de 15w no Intermarché, luz branca, que encaixavam ali que era um mimo e davam uma luz suficiente. Ao fim de 5 minutos a trabalhar uma delas rebentou! Lá tenho de ir fazer uma trocazinha ahahahah


E não, não pensem que por ser uma roda isto vai rodar no tecto porque não! =P
Custo final??? Não faço ideia, mas não chegou a 40 euros.
Conclusão: para quem sempre me ouviu dizer mal da Mavic, aqui têm a resposta em como, afinal, a Mavic ilumina parte da minha vida, ilumina-me as ideias =D De resto, hajam ideias, atitudes e afins e tudo pode surgir (já estou a ver aquele velhinho stx-rc a servir de puxador de porta- mesma ideia base, calar quem sempre me ouviu dizer mal da Shibango =P )

Entretanto divirtam-se =D

sexta-feira, novembro 11, 2011

O gang foi ao autodromo! Andar de bike...


Pois é! Estamos em 2011, mas o gang ainda existe e com todos os elementos vivos e de boa saude =D
Por mero acaso ocorreu a ideia de ir ver as 4 horas de btt ao autódromo de Portimão! Assim, e como sempre, meeting na rotunda do crime logo ás 9 da manhã e siga. O Big, para variar, tinha a desculpa de ter a bike desmontada (Ok, na verdade ninguem lhe disse nada...) portanto falhou ao evento. Lá fomos pedalando devagar e metendo a conversa em dia. O senhor Javardo penso que perdeu pulmão e meio na viagem, tendo chegado algo debilitado ao local, ainda ponderando ser assistido pelo inem =P
De resto vimos os kartes, os cinclistas, a gaja de preto que lá estava, algumas aves e não me lembro de mais nada lol
O regresso foi pacifico como seria de esperar, sem contar que alguem só falava em leitão, frangos da idalina e arrozes com azeitinho e alho...
Conclusão: O Gang anda aí e promete voltar com nocturnos em Dezembro(será mesmo?????????????????????????????????????????????????????????)

terça-feira, setembro 28, 2010

Report do Toca na Brejeira

Após ter ido no passado domingo fazer o recon do dia 2 do Sudoex, e apanhar o mega empeno, retive-me a pensar no que teria sido o toca na brejeira e decidi vir aqui ver o relato, quando tal não é o espanto, não o encontro! Conclusão:não o tinha publicado, estando ele perdido nos rascunhos do blogger. Assim sendo tive a verdadeira atitude hoje e publiquei-o agora, quase um ano passado! Fazer o recon do sdx levou-me à Ribeira da Perna da Negra, essa separação entre Monchique e Brejeira, levando o meu subconsciente a recordar essa ideia. Ainda hei-de ir tratar disso um dia destes, já não deve ser é este ano =(
Curioso o desnível acumulado de 3 mil e tal metros. No recon do sdx, subindo picota e foia, fazemos apenas 2100 e na Brejeira dá aquele abuso... acho que vou rever o track e os dados por curiosidade, que não me sinto capaz de fazer 3000 de acumulado ahahahahah

terça-feira, dezembro 08, 2009

Friday Night Rides 09 - 4/12/09

Mais uma sexta, mais um night ride! Este que começou num horário mais tardio pois alguém teve de ir comprar os agasalhos. 5 da tarde na rotunda do crime e tudo pronto para seguir. Os dados de assimetria foram ocultados dos intervenientes no entanto o Big já tinha investigado o track que consistia numa ida á ribeira das canas e num regresso via senhora do verde/arão/penina. Assim sendo seguindo pelos habituais caminhos de partida por chão das donas, aguazul até ao ramalho. Durante esta parte sempre pacifica, decidimos que a prova psicológica do dia seria o primeiro a ligar as luzes ganhava o prémio de andorinha do dia. Até á ribeira das canas tudo foi calmo mas aqui a ausência de luz fez-se sentir em grande e todos sofremos bastante ao passar no singletrack mais difícil do dia sem nenhuma luz, até porque já lá iam as 6 da tarde e nesta altura não há muita luz. Passada esta árdua parte o Big parou junto ás cuecas do crime. Quando lá cheguei aproveitei para tirar uma foto. O Javardolas sem perceber o que nós estávamos a ver teve a feliz ideia de ligar a sua Blackburn e iluminar as silvas (era mesmo isto que nós queríamos ahahahah) sendo assim o primeiro a ligar as luzes e o vencedor do prémio de andorinha desta volta! Depois deste momento de alegre discussão seguimos em direcção ao Vale Ruivo voltando novamente para a Ribeira das Canas onde nos esperava a subida do dia (ou melhor, a subida da noite lol). E que bela subida foi, os seus 17,4% de inclinação fizeram-nos suar bem. Chegados ao topo, e esperando pelo Big, eis que nos deparamos com a visão da noite. Sendo aquilo uma zona remota e isolada, a falta de iluminação nas redondezas permitiu-nos vislumbrar o céu e as estrelas numa imagem nítida que não é comum ver no dia-a-dia. Brutal mesmo. Ainda tiramos uma foto mas a minha maquina não é como a do Big infelizmente pelo que a qualidade é muito duvidosa e não demonstra a beleza do céu! Para alem disso a visão sobre a serra também estava brutal. Depois de apreciada a vista e o silencio (no meio do nada só se ouviam os aviões) seguimos pois ainda tínhamos subidas pela frente. Depois tivemos a descida para o "lodge", que foi uma das melhores descidas da noite, rápida e sem grande dificuldades e com alguns 1,7Km. No fim o brinde de 3 ribeiras e entravamos na zona do carrossel também com grandes vistas e obviamente subidas a pé ahahahah! Ainda fizemos uma pausa para observar as vistas sobre a costa que não tínhamos visto antes. Daqui até ao Almarjão foi pacifico, com as grandes rampas do carrossel que subíamos a pé lol. Depois até ao Monte Canelas fizemos uma parte por estrada (que já tem alternativa pelo campo) e mais uma subidita valente onde no seu topo apreciamos o nascer da lua. Seguimos pelo Vidigal, Mulher Morta (sim é mesmo o nome do local!), Vale de Ferro, apanhamos a adjacente à A22 até à ponte da Várzea do Farelo, e daqui Torre pela rota do arame! Chegados à Torre o Javardão decidiu desistir da volta e abandonar por estrada (desculpa: pés frios que todos tínhamos lol), algo que foi contestado, sendo obrigado a ir fazer mais um bocadinho de campo pelo canal até ao Sopa de Pedra.
E pronto foram 47Km com 1163 metros de acumulado, com muita animação, sendo este o maior nocturno por nós realizado até agora!

quarta-feira, dezembro 02, 2009

Friday Night Rides 09

Enquanto acabo e não acabo o report do (não)Toca na Brejeira, lembrei-me a vir mandar a posta dos Friday Night Rides edição fim de ano 2009! Segundo parece os elementos do WRT têm raidado perante as adversidades da chuva, lama e ausência de luz, ás Sextas Feiras ás 3 da tarde (arredondando ás 4 ou mesmo ás 5 em certos relógios) em raides que se prolongam pela noite dentro. Na sexta passada tivemos a bela da voltinha pela barragem de Odeaxere, com um cicloturismo inicial seguido da parte final do Toca na Brejeira onde deu uma pequena amostra do que nos espera no final da volta! Foi um voltinha emocionante onde deu para andarmos perdidos, tirar a ferrugem ás pilhas das lanternas Blackburn(pilhas essas que parece já morreram e estão a precisar de ser renovadas!) e testar o poder dos 230 lumens das lanternas dos xinocas-dealextreme power!
Estão já marcadas também as duas próximas edições para dias 4 e 11 de Dezembro para mais empenos sem luz! Embora os trajectos já estejam minimamente delineados não serão divulgados a não ser no dia para manter o suspense!
Assim sendo até dia 4, preparem essas pilhas, lanternas e GPS's e rezem para que chova pois a agua é a fonte da vida ahahahahah

terça-feira, dezembro 01, 2009

Já passaram uns dias mas ainda vou a tempo do rescaldo! Baseado em lembranças claro!
Domingo, dia 15, 7 da manhã tudo preparado de véspera, basta seguir viagem! Assim encontrei-me com o Big na rotunda do crime (pelo menos o oregão dele diz lá isso) sete e vinte e pouco para o inicio da jornada! A volta inicia-se com uma pequena passagem alcatroada por entre chão das donas, até passarmos a 125. Aí iniciamos a abordagem matenha pelo pequeno single da linha de comboio seguindo a habitual rota até aguazul. Ainda tivemos um pequeno contratempo numa vedação onde andaram a meter ramagem de arvore pelo caminho, mas nada de grave. Seguindo paralelamente à a22 até á estrada das tampas (ou da falta delas) demos por nós a explorar um pequeno single de interligação entre a zona do lixo e a entrada do morgado. Depois de uns enganos lá chegamos ao portão de águazul por onde seguimos até á cepsa do Rasmalho fazendo a habitual travessia rasmalho interior, com passagem na casa das palmeiras e no microsingle onde o Big uma vez arranhou o braço lol! Nesta zona passamos como sempre nas diversas barragens pacificamente. Depois de passar o portão e no cruzamento da ponte eis que encontramos uns bifes a fazer aquilo que nós tanto gostamos: OBSERVAÇÃO DE AVES! Lá estavam eles divertidos a olhar pelo monóculo em busca de quaisquer andorinhas perdidas e eis que chegamos nós! Depois deste encontro imediato, passagem por aquela maravilhosa parte no samarrão, de acesso à ribeira da torrinha, e novo encontro imediato desta vez com vacas! Seguindo, escoltado pelos bobis guardadores de vacas, eis que entramos na parte da ribeira onde nos deparamos com mais um encontro imediato, desta vez com umas cuecas, que se supões terem vindo logo ali do restaurante caçador, gerido por uma bem conhecida Fernanda. Primeira travessia do dia, primeira andorinhice do dia! O senhor Big que não queria meter as patinhas na água foi obrigado a fazé-lo e ainda deixou cair os óculos lá dentro, parado no meio da ribeira! Foi um momento engraçado digno de foto claro está! Seguindo viagem no novo estradão que surgiu aquando das obras do esgoto de Monchique, eis que surge um "viaduto" inesperado, permitindo-nos passar a estrada sem por as rodas no alcatrão! Bem bom pois iamos entrar nas primeiras dificuldades do dia. Aqui e até ao Monchicão tinhamos duas subidas relativamente fáceis, onde podemos desfrutar da bruteza de medronho que há este ano na serra de Monchique. No Monchicão eis que surge a primeira dificuldade do dia, uma subida com 1Km mas com inclinação de 15,75 que nos fez desmultiplicar a coisa! Chegando lá acima era um falso plano até à descida do Pardieiro, onde o Big perdeu os oculos mas felizmente não foi muito longe de onde detectou a falta deles! Subir aquilo não é fácil ainda são 14,66%.... Descemos e aproveitamos a ribeira de Monchique (a verdadeira!) para abastecer e trincar qualquer coisa pois iríamos para a segunda dificuldade do dia! Aqui tive o meu momento zen e rezei a oração das 10 em honra a Maomé(pelo menos acho que tava virado para Meca ahahahah). Seguimos e começamos logo com a megarampa de acesso à barragem do Odelouca , onde ainda paramos para tirar a foto aos patos (ainda tou á espera do zoom Big!) mas por pouco tempo. Foram 8Km algo dolorosos até à Altura da Choça com uma média de 4,15% e uma pequena ascensão de 443 metros. Chegados lá acima um momento de pausa, comida, alguém morto no chão, fotos e filmes ás nuvens, e algumas barbaridades! After 25 minutos de arrocho lá seguimos num falso plano que iria ligar-nos à estrada de Sabóia em 8 km de sobe e desce suave e sem complicações(pelo menos para mim...). Chegados e esta e após uma conferência de empenados decidimos não avançar pelo planeado, pois dali prá frente se seguíssemos já não havia volta a dar! Decidimos assim regressar por estrada até Monchique numa rota pacifica, parando no café do primo do outro, onde manjamos mais umas sandes, nós e o cão coxo que por ali andava em busca de bocados de sandes! Resta referir que ainda deitamos o olho à Brejeira mas ainda espero por essa foto....

sexta-feira, novembro 13, 2009

Toca na Brejeira 2009

Eis que do (quase) nada e da folga do Bigwig surge a mega ideia de um grande raide de dia todo para apanhar o empeno descomunal. Ora um gajo sem andar há semanas, depois de grande borgas para rebentarem com o estado físico dum gajo, fazer uma volta deste estilo é empeno garantido e um desafio tentar acabar a volta! É quase uma ultra-maratona que se vai tentar executar, um pôr à prova as capacidades físicas do corpo e mente!
Seja como for e se a chuva não estragar os planos, domingo, dia 15, pelas 7 da manhã abalamos para tocarmos na Serra da Brejeira (não sabem onde é??? Google que vão encontrar informações sobre a Brejeira e cannabis :D ) e regressarmos a Portimão numa volta circular. Fala-se em tocar pois não vamos subir os 480 metros do pico da Brejeira, vamos sim passar na junção Serra de Monchique/Brejeira, ficando a 2Km do dito cume.
A volta será, claro está, em autonomia devendo a malta gerir bem a água e a comida, uma vez que não vamos passar em grandes civilizações. Será também a um ritmo baixo pois é uma volta para empenados. O objectivo consiste apenas em fazer todo o trajecto planeado, sem desvios de rota, salvo por força maior(empeno não é força maior). O ponto de encontro, ás 7 da manhã, ainda é indefinido (talvez na minha casa, na rotunda do crime ou no retail park). A tolerância máxima para abalada é ás 7:30, para aproveitar ao máximo as horas de sol, uma vez que é possivel que se chegue já bem tarde ou mesmo já sem luz do dia(eu levo a lanterna lol).

Pouco mais há a dizer, agora é mesmo pegar nas coisas e abalar!


P.S: O WRT anda aí...

quinta-feira, junho 04, 2009

WRG andou por aí...

Segundo consta o Gang juntou-se novamente para comer sandes de atum e colocar caches na costa Vicentina, onde o Vicente pastava as ovelhas! Foi um domingo agressivo e sempre animado, mas onde ninguém amuou(o que é estranho!). Mais agressivo só mesmo trazer um emaranhado de corda com uns 30Kg da praia da Pipa... mas isso são outras andanças...

Tudo isto para dar a ideia do Gang estar vivo e bem de saúde.

WhiteRicePower

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Já que não se anda de bike...

...come-se!

Pois parece que o gang se vai ajuntar novamente(e vão todos!), ao fim de tanto tempo, mais uma vez com o intuito de comer! Consta que o jantar vai ser nesse maravilhoso restaurante típico "A Tasca do Petrol", onde se poderá comer umas belas façanhas, uns galos do mato e uns "piques" de chourissa e outra iguaria típicas da região! Teremos tempo para discutir assuntos como o novo acordo ortográfico de Monchique ou as áreas do Autódromo, onde veremos os nossos conhecimentos de tabuada(nomeadamente áreas e hectares....). Logo de seguida rumaremos ao mítico Café Canelas, onde o mestre Canelas nos servirá as maravilhosas melosas(para elas!)e os belos dos medronhos(para eles!), assim como as tais minis sem gás (e as garrafas de agua natural prao Big!).
Consta que deste jantar deveríamos acabar de discutir os assuntos pendentes que ficaram do ultimo ajuntamento, e que estavam escritos num papel do chocolate DELTA dos cafés que se bebiam no Café da Ria (Pois, eu tinha esse papel na carteira mas não o encontro! Mas sei que tinham lá assuntos pendentes variados e de elevada importancia para a evolução da sociedade... :( ).
Fica então prometida uma animada noite sempre com o espirito nhónhó do Gang.

WHITEricePOWA!!!!

(foto com elemento penetra!)

quinta-feira, março 27, 2008

Preguiça #1

Já que ainda nem escrevi os realtos do 5 6 e 7o dias ao menos publico estes que tinha escrito á uns meses atrás....

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Day 4#

Dia4- Até á zambujeira... Iniciamos o dia com as lides de sempre. Desmontar as cenas e peidar por todo o lado. Logout do park e siga até ao forte. Iamos tentar chegar a milfontes por campo o que se revelou uma má alternativa. No forte obviamente tiramos umas fotos e ainda vimos mais um bando de ciclistas. Depois seguimos pelo estradão até o ricardo ter um problema mecanico que nos obrigou a parar. MAis á frente passamos um ribeira e eis que surge areia! Um caminho de areia por todo o lado. Foram vários km a pé pela areia até nos começarmos a afastar da costa para tentar apanhar terra batida. Finalmente chegamos á terra batida transitável. Assim que apanhamos um cruzamento o cenoura desviou logo por onde era a descer. Passamos por um casal que fumava o seu pipe descansado e pimba! Mais areia. Após uma grande discussão sobre o seguir ou voltar pra trás, decidimos voltar pra trás e seguir o estradão. Voltamos a passar pelo casal que acabava de matar o pika e que tinha ouvido a merda da discussão toda e lá seguimos até á estrada principal. Na estrada principal entre PC e milfontes atalhamos por um desvio de terra batida que vai dar á parte de trás do milfontes. Gostei da mata de pinheiros perto do parque de campismo de milfontes. Tiramos umas fotos no castelo e vimos o joão na sei qué que passou por lá. Depois fomos á avenida principal onde procuramos um supermercado. O alisuper tava fechado mas encontramos o da ti ______ onde nos abastecemos de conservas, sumos e mais umas coisas. Daqui decidimos ir comer nos pinheiros a sul. Foi mais uma boa vista ao passar a ponte e uma boa refeição de conservas de lulas, donuts e batatas fritas lol. Aqui tive um dos meus momentos: Ao ver o cenoura a se deitar de costas deume uma cena que tb queria e jogueime pra trás á doida. mesmo no centro das costas estava uma linda pinha que me lixou a coluna toda. Até me revirei todo lol. Depois de recomposto siga nessa. A rota seria almograve, cabo sardão, zambujeira. Até almograve andou-se bem. Paramos na praia a tirar umas fotos e onde o cenoura teve um momento intimo com as cordas da passadeira :D Tb passou uma gaja com medo duma abelha a fazer alta filme. Tivemos que gozar claro! Seguimos e logo a seguir a almograve estava umas maquinas de regar a jogar agua pela estrada. Até paramos a tirar fotos. Sim e de vez em quando as maquinas bloqueavam-se...segundo nos por causa das migalhinhas do cenoura ahahaha Até ao cabo sardão passamos pelos espectaculares campos relvados onde criam relva para os estádios. Muito bonita essa parte. Em cabo sardão vá fotos na bonita paisagem. Daqui seguimos prao portinho antes da zambujeira e vá mais fotos. Lembro me de termos andado bem nesta parte. Daqui á zambujeira foi sempre a ripar e o Ricardo ganha o seu primeiro Pénis de Ouro e inicia-se a disputa. Seguimos prao parque onde arrumamos as tendas e o de sempre. O parque estava vazio. Ainda nos fomos banhar á praia da zambujeira. Andei de extrawheel pra levar as toalhas e foi alta avacalho por aquela praia. Que belos banhos naquelas águas....Regressamos ao parque e compramos mantimentos prá noite e dia seguinte. Fomos jantar á Zambujeira e após uma grande escolha de restaurante lá nos decidimos. Comi uma bela carne de porco com ameijoas, regada com o tal tintol. Lembro me que jogava o benfas mas nem me lembro com quem. Depois da janta regressamos ao parque a pé e com a faca que o Ricardo tinha roubado. De resto iria ser mais uma noite calma de parque. Resta referir que durante o jantar decidimos ficar mais um dia na zambujeira, pois tínhamos tempo, e assim dávamos uma voltinha pequena de manhã e á tarde praia.Um dia prao relax....

Day 3#

A verdade é que é dia 19 de dezembro e já não me lembro de quase nada! Vou então pegar nas fotos a ver se me vou lembrando dos pormenores...
A segunda noite de campismo selvagem foi algo bastante emocionante! Desde o cenoura a falar sozinho aos tiros dos caçadores, diga-se que o banho do canal até nem foi mau comparado com os sustos nocturnos. Certo é que de manhã acordamos num novo mundo! As aranhas que andaram fazendo teias a noite toda, juntamente com a humidade que caiu sobre elas criaram um grande espectaculo á volta das tendas. Eu e o javardão fomos fazer um pequeno almoço romantico (fdx ahahah) ao canal enquanto o cenoura ficou a gritar do acampamento já nem sei por qué. Lembrome é que esse senhor foi ao canal lavar a loiça e mandou umas "migalhinhas" de pão que matavam a fome a meia africa, e que viriam a entupir canos alguns dias mais tarde. Como sempre a rotina foi arrumar a tralha e seguir viagem. Acho que foi neste dia que surgiu a nova patente dos garrafões espalmados... Até são domingos foi uma estrada plana pouco movimentada felizmente. Paramos em são domingos para jogar o lixo e fotografar um portão especial. Aqui havia uma ligeira subida mas lá continuamos alegremente. Mais á frente tivemos parados a falar com uns primos nossos. Esses rapazes tinham planos de evacuação e descansavam debaixo das silvas. Na verdade eram porcos!! Seguindo encontrei uma placa que me marcou! A mitica" Perigo/Danger escola próxima". Eu sempre soube que uma escola era um local mau! Daqui prá frente houve uma zona de grandes rectas sobe e desce até quase a Sónega. Paramos num "parque hipico" para mijar e trincar qualquer coisa(e enfiar merdas no guiador do cenoura e mais importante de tudo "OS PINCEIS"). Seguimos pra Sónega (não me esqueço deste nome por causa do abastecimento de alvaladeportocovo belas sandes....) e tipo numa microporta o ricardo ve vende-se pão. Oportunidade única de comprar pão e queijo prao almoço. Assim foi. Daqui prá frente eu ainda me lembrava do bocadinho de campo até á estrada de porto covo e seguimos por lá. Daqui já se via o fumo de Sines. Logo a seguir a Sónega vimos novamente o mar o que foi giro pois o cenoura nem sonhava onde andava. A descida foi espectacular, eu curti tanto que com a velocidade perdi o pão que tínhamos acabado de comprar. Vá lá que eles o apanharam lol. Depois chegados á estrada siga prá ilha do pessegueiro onde iríamos ficar no parque. Chegamos lá perto das 2 da tarde. Foi um dia curtíssimo. Tivemos de esperar pelo russo da portaria que se tinha ido enbesnagar ao almoço. Ainda ficamos a saber que á pala das bodeiras que apanha tinham-lhe tirado a carta e agora só andava de bicicleta ahahahah! Fizemos um descomunal almoço de pão queijo e conservas. Depois de tudo orientado fomos até á praia da ilha. Foi um espectaculo mergulhar na agua tava excelente. Fomos dar uma vista de olhos no forte tb e á vinda passaram altas mamas dentro do carro (não me esqueci delas ahahaha). O jantar não sei o que foi mas sei que tomamos um banho excelente a que já não estávamos habituados:agua limpa! After dinner fomos á tasca. O cenoura acabou por não aguentar a pressão e fumou o seu cigarrinho! A verdade é que o que era pra ser uma noite calma não foi! Os putos não se calavam era um basqueiro... À e bebemos 18 minis! ahahaha Depois fomos prá deita. Lembro me de ter recuperado um pincel do lixo e ter colocado entre um t-shirt de alguém e pronto. Foi um dia calmo para descontrair. No dia seguinte iamos ter uma jornada mais agressiva....

quinta-feira, novembro 01, 2007

Day 2#

Segundo dia...primeira noite mal dormida! Alembro-me de ter acordado durante a noite pra ir fazer uma mija, e de estar um nevoeiro super cerrado que nem conseguia ver a barragem cá de cima. Já pra não falar das gotas de agua que caiam das arvores e que pareciam gotas de chuva. Já pra não falar das minhocas que caiam das arvores e que pareciam gotas de chuva (as chamadas minhocas suicidas!). Acho que me levantei perto das 9 da manhã, embora houvessem pessoas que se levantaram antes. Ainda restava algum do nevoeiro que tinha assolado a noite, embora agora já se conseguisse ver a barragem. Fizemos o belo do pequeno almoço (muesli no meu caso-começavam aqui os problemas gasosos...) arrumamos a tralha, lavamos a loiça na barraja, apreciamos a linda vista matinal sobre o local e siga. Acho que ainda me doiam as pernas do dia anterior (melhor tenho a certeza!) já pra não falar no rabo... Pronto a muito custo lá arrancamos para o paredão da barragem pra tirar as fotos da praxe, seguindo depois para a melhor mercearia da região (cocacola a 45 centimos? que marco...qualquer dia vou lá buscar uma palete!) para fazer o piquenique.
Santa Clara, desencantamos um bolo de maçã e mais uns sumos prao pequeno almoço, assim como os 2 garrafãos de água (sim fãos!). tudo isto num piquenique em frente da ingreja, e mesmo á porta da mercearia. Siga nessa. Estre troço seria pra ligar Santa Clara a Alvalade, algo que seria aparentemente fácil. Primeiros km num sobe e desce até á aldeia de luzianes, sempre ao lado da linha de kimboio. Depois da ponte que estava de lado mais um sobe e desce que nunca mais acabava. A sorte foi passar por sitios muito lindos, mesmo junto á estrada principal. São Martinho das Amoreiras, passagem nessa aldeia seguida de Amoreiras gare, tudo no sobe e desce. Santa Luzia foi o ponto que definimos para almoçar. Era a ideia de fazer mais de 35 km e depois arranjar um spot para comer. Até aqui tudo correu tranquilo e ao chegar lá encontramos um jardinzito á maneira, junto da junta de freguesia, e com o parque infantil prás crianças/ricardo brincarem. o cenoura encontrou um rádio num banco de jardim e pensou logo em se apoderar desse rádio. Tinha pilhas e tudo! Aquilo era um sonho, já havia projecto pra meter na bike e tudo, mas eis que chega a dona, nada mais, nada menos que a senhora das limpezas. Projecto anulado! Almoçei uma mega conserva mais uns iceteas e umas batatas fritas, que vinham de Santa Clara. Foi um relax de almoço. Preparamo-nos pra abalar e eis que surge a carrinha do pão! Foi como se deus tivesse descido á terra, tivemos a visão iluminada (isto é o belo do pão mole assim como um dos melhores guardanapos que já comi na minha vida-seria fome?- e um belo pão com xorisso!). Depois de abastecidos pela carrinha do pão seguimos rumo a Vale de Santiago. Aqui já começávamos a ter a ideia do Alentejo plano, grandes rectas, muitos sobreiros, planícies... Daqui a Alvalade paramos uma vez para o Cenoura apertar o banco e outra pra fazer as necessidades cagatórias na estrada onde os camiões passavam a 200! A chegada a Alvalade foi feita em sprint mas não me lembro quem o ganhou (pesno que foi o Cenoura). Na terriola fomos fazer as compras ao Supersol. Fizemos o refill jantar. Depois iniciamos o projecto de encontrar o spot da dormida. A primeira hipotese era a ribeira. Fomos á estação, onde a ponte abanava por todo o lado, mas daqui não chegavamos á ribeira. Demos a volta e ao chegar á ponte sobre a dita cuja, eis que surge o mau cheiro e a agua nojenta. Ribeira fora de esquema. Sobra a hipotese canal, mas este ainda era longe. Depois de bem discutido decidimos ir logo fazer o refill de água ao supersol e assim no dia seguinte já não voltavamos a Alvalade. Depois foi a busca pelo canal, que eu já nem me lembrava de onde ele era. E no final a agradavel surpresa da chegada ao canal: a agua super-nojenta do canal! Foram muitos momentos de duvida sobre o banhar ou não banhar. Entretanto orientamos um bom spot do lado de cima do canal onde acampamos. No final sempre fomos a mais um "semi-pseudo-banho". Lembrome de num momento de locura me ter jogado pra dentro de agua e ter batido em algo duro que nunca vou descobrir o que era. Foi uma sensação unica saber que podia ter sido mordido pelo monstro do loch ness, ou pelos peixes gigantes do canal... Seja como for, tirei o sal do suor do corpo, meti a lama do canal, banho feito! Jantarada, umas massas mais uns sumos e tá feito. Andamos por lá a ver as estrelas como sempre, e depois sorna que se faz tarde. Neste dia ainda guardei a bike mas eles deixaram as deles ao relento. Estavamos todos cansadissimos da viagem. Este dia era para ter sido calmo mas foi duro, talvez devido ao dia anterior. De referir que os problemas de "peidos constantes" começaram neste dia...

segunda-feira, outubro 15, 2007

Day 1#

Finalmente e após 2 dias de atraso e meses de averiguações eis que chegou o dia da abalada! O Ricardo apareceu na minha casa, fizemos as verificações finais e seguimos para o ponto de encontro rotunda. Aí juntou-se o Cenoura e tiramos a foto do inico de viagem.Seguimos rumo a Aguazul para apanhar a estrada de Monchique. Já na recta do PortoLagos o Ricardo tem um furo, pra animar a malta. Com isto tudo era meio dia e a fome começava a apertar, eis que surge a dica de ir comer á da Idalina o belo do frango. Furo reparado vá tudo na esgalha até ás caldas.
Aí tivemos uma bela refeiçao de 3 frangos pra 3 ganões. Tivemos ainda oportunidade de dar pontapés nos gatos, ver o conde drácula fêmea e o acesso ao termo "Algarve selvagem" que continuaria pela viagem fora. Alguém tocou ainda FLAURINTINS e CLAURINETES.... De referir a excelente cebola da salada assim como os ossos do frango que os gatos comeram com o maior prazer.
Depois da barriga cheia e de ter passado a trovoada (faça chuva cá dentro) lá continuamos serra acima. Durante esta parte tivemos oportunidade de tirar fotos ás nuvens, criar microclimas, assim como rasgar capas da chuva... Já na descida para o Alentejo tivemos na apanha do medronho e vimos a trovoada a nos passar ao lado. Já numa das ultimas curvas ainda a descer a serra o Cenoura (que andou 85% da viagem em sentido contrário) ia tendo um encontro de 1º grau com um carro, que lhe dava direito a uma ida ao hospital ou cemitério mais próximo (ou então o carro desviava-se dele e batia em nós). Passado este momento de grande adrenalina lá seguimos em direcção a Santa Clara. Ao km 52 2º furo do Ricardo, este sem mudança de câmara. Enchemos e siga para 2 km mais á frente pararmos e termos de trocar a câmara de ar. Estávamos neste momento rodeados de nuvens negras e de dois cães que lambiam alegremente o Slime do pneu do Ricardo. Conclusão as fitas antifuro estava a traçar as câmaras de ar. Problema resolvido continuamos viagem, passando na fábrica do tijolito, e apanhando chuva daí até Saboia. Até Santa Clara foi um saltinho. Aí procuramos um Continente ou Modelo mas achamos uma mercearia onde compramos algumas coisas prao jantar (colas a 45 cêntimos???) De referir que foi daqui que partiram os ovos mais viajados do mundo em bicicleta.
Depois de abastecidos seguimos para a ultima dificuldade do dia:a subida da barragem. Já na barragem procuramos um sitio e encontramos um spot espectacular mesmo á medida pra acampar. Tivemos direito a um banho shlap shlap shlap com agua suja da barragem, banho esse á luz de lanternas e com lagostins por todo lado a nos rodearem os pés. De referir que ninguém se afastou das margens mais de 30 cm para não ser atacado pelos lagostes. Depois do semi-banho tomado hora do jantar, com muitas massas e com a presença das amigas minhocas. Haviam minhocas por todo lado, caiam das arvores, estavam nas tendas era uma praga... De referir que alguém chamou de sanguessuga ás minhocas mas pronto, é o "Algarve selvagem". Depois ainda tivemos oportunidade de ir ver o céu estrelado, lavar a loiça e tirar umas fotos aos lagostes. Depois disto hora da caminha, altura em que o Cenoura descobre um aranha gigante na tenda dele (e me comeu as bolachas quase todas).
De resto tenho aqui apontado o seguinte comentário:
Fodasse!!! 2 lagartas dentro da tenda...
Tá tude estragade...
Fodasse!!! 22:31

De referir que esta viagem foi patrocinada pelo site do "Frioculos" leva 3 paga 2

quarta-feira, outubro 03, 2007

É hoje!

Pois é, com dois dias de delay, mas é mesmo hoje que vamos arrancar. Está um lindo dia de sol e o máximo que pode acontecer é começar novamente a chover...
Seja como for são 9 e 47 e no máximo daqui a 1 hora estamos a pedalar a caminho do Alentejo
1º facto do dia: Cada saco do extrawheel pesa 7 kg e o camelback pesa 6!!! ahahahaah
2º facto do dia: O Javardo diz que cada saco do extrawheel pesa 10kg! Vamos levar meses a atravessar Monchique ahahahaha
3º facto do dia: Logo se vê...
Abraços e beijinhos

P.S.: Aos que acompanham o blog (se existirem ahahah) e queiram umas imagens da nossa ausência peçam mms para nove-um-oito-um-oito-oito-zero-oito-cinco (its my mobile)Se tiver bem disposto pode ser que mande qualquer coisa ;)

segunda-feira, setembro 24, 2007

Materializar o material materialmente materializavel!!!!

Bem pelo que me parece e 19 dias depois não surgiu nenhum itinerário complementar. Ou seja será mesmo este o raid a percorrer. Seja como for não é pra isso que estou aqui a escrever. Trata-se de averiguar todo o material que nos possa fazer falta e que ande sempre connosco. Na minha lista inclui o seguinte:
-Material de camping: tendas (4 t3ultralight pro pra 4 pessoas??? fdx... ahahahah,)sacos cama, colchoes
-Material de higiene pessoal: Toalha, champô/sabão, papel higienico, creme assaduras, escova dentes (lentes de contacto no meu caso)
-Roupa: 1par calças, 1 calções, roupa interior, 1 t-shirt, 1 sweat, 2 jerseys, 2 calções de ciclismo, 1 corta vento, 1 capa chuva
-Morfos:Fogão+gás, pratos+talheres, faca, comidas desidratadas (ou não)
-Material da bike:Camaras de ar, remendos, chaves normais (mais uma prá roda do extrawheel), desencravador de corrente, alicate, oleo
-Outros:Kit primeiros socorros, pilhas, lanternas, bolsas impermeaveis (para guardar material electrónico em caso de chuva)


Tão digam lá que coisas faltam aqui que não me lembro de mais nada.

quarta-feira, setembro 05, 2007

Proposta indecente v.1

Para quem ainda não sabia vamos fazer 7 dias a pedalar no fim de Setembro. Será a estreia das viagens em autonomia por esse pais fora e com tendas e "rodas-extras" atrás.
Antes do mais e devido a não conhecimento no terreno decidi fazer parte dos trajectos em estradas alcatroadas secundárias. Defini uma média de 50/60 km por volta pois queremos ter tempo de visitar algumas terriolas, por pouco que possam ter que ver. A volta está feita em 7 etapas e esta é apenas a primeira opção. Durante os proximos dias tentarei apresentar outras alternativas.

Vista geral:



1a etapa: Ligar Portimão á barragem de Santa Clara, onde ficaremos acampados. Em principio será estrada mas vou negociar uns trajectos com a malta de Monchique e pode ser que se faça pelo campo.



2a etapa: Barragem-Alvalade. Esta será feita por estrada. Será um dia de relax.



3a etapa: Alvalade -Porto covo. Faremos o trajecto da mitica maratona ou seja campo até ao mar :D



4a etapa: Porto Covo-Zambujeira do mar. Será uma volta para aproveitar as vistas. Terá algumas incursões pelo campo e pelas praias... Neste dia sugeria (e para variar) ficarmos no parque de campismo da zambujeira para tomarmos um belo banho de agua doce numa casa de banho :P



5a etapa: Zambujeira - Carrapateira. Mais um misto estrada campo.



6a e 7a etapas: carrapateira - Portimão. Em dois dias faremos a ligação com muita calma e maioritariamente no campo, uma vez que já é zona conhecida.



Esta é a proposta inicial. Sugestões/ideias/criticas/doações! aceitam-se.

terça-feira, setembro 04, 2007

Volta às Caldas

Depois de uns dias sem pedalar, ontem à tarde lá decidimos ir dar uma volta até às Caldas de Monchique. Isto porque o Nelson comprou uma maquina digital, então havia que lhe fazer o teste, e nada como uma boa volta de bicicleta.
Lá fomos nós, eu o Nelson e o (convidado) Rui. Era preciso passar na bomba para encher os pneus, ao chegamos lá deparamonos com o aviso "fora de serviço". Não foi grave porque os pneus não estavam assim tão vazios e ainda tínhamos outra bomba pelo caminho. Ao chegar à segunda bomba tudo parecia funcional, mas, afinal havia uma falha com o compressor e foi preciso improvisar.
Partimos então em direcção às Caldas. Chegando às Caldas o Nelson foi fazer a manutenção de uns pontos de geocaching que havia lá metido há uns tempos. Depois de tudo tratado, e de uma pausa para abastecimento com bolachas de chocolate (fornecidas pelo Rui), lá nos fizemos às Caldas num género de "downtown" (ligeiro). Saindo das Caldas foi sempre a rolar até ao ponto de partida. Já no ponto de partida, ficou a promessa (de alguém) para uma nova volta a Monchique, mas desta vez para ir às sandes de presunto.
Um total de 48,46Km em 2 horas e 11 minutos.